Site Autárquico de Beja

Pormenores Históricos e Artísticos

História da cidade 

A cidade de Beja implanta-se num morro com 277m de altitude, dominando a vasta planície envolvente.
O campo surge, assim, como uma fronteira natural entre a vida urbana e a vida rural. Esta realidade marca a vida deste povoado desde a sua fundação, algures na Idade do Ferro. Prova cabal desse momento é o troço de muralha proto-histórica descoberta no decurso das escavações da Rua do Sembrano. Achado da maior importância, dissiparia todas as dúvidas sobre a pré-existência de um povoado anterior à ocupação romana; contudo, continuamos sem saber que povo aqui estaria nem tampouco possuímos qualquer informação sobre a forma como se organizava o espaço pré-urbano.

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Conheça alguns locais que merecem uma visita:

ARCO ROMANO | "PORTAS DE ÉVORA"

ARCO ROMANO | "PORTAS DE ÉVORA" Monumento NacionalAtualmente integrado no castelo medieval, no exterior da alcáçova, este arco sofreu algumas vicissitudes ao longo dos séculos. Há autores que apontam a sua edificação entre os séculos III e IV d.C., integrado nas muralhas romanas e correspondendo a uma das portas de entrada na cidade, tendo sido demolido no século XVI. É referido o ano 1938 como data da sua reconstrução, com os vestígios que subsistiam integrados em edifícios entretanto demolidos. É também conhecido por ‘Portas de Évora’ e encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1910.

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JANELA MANUELINA

  JANELA MANUELINA DA RUA DR. AFONSO COSTA Constitui um dos exemplares mais significativos do estilo manuelino existentes em Beja. Janela instalada num edifício da Rua Dr. Afonso Costa, possivelmente proveniente de um edifício de maiores dimensões. Constitui um dos melhores exemplos do estilo manuelino (século XVI) existentes em Beja.

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AZULEJARIA DE BEJA

AZULEJARIA DE BEJA Ao percorrer as ruas da cidade e o interior de alguns edifícios não ficamos indiferentes à cor e ao brilho dos azulejos que os decoram. São cinco séculos de história azulejar que também contam um pouco da história da cidade.

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JANELA DE MARIANA ALCOFORADO

JANELA DE MARIANA ALCOFORADO Pode visitar-se no Museu Regional de Beja (Convento de Nossa Senhora da Conceição) a famosa janela referenciada numa das cartas de Mariana Alcoforado, através da qual sentiu, pela primeira vez, os efeitos da sua paixão avassaladora pelo cavaleiro Marquês de Chamilly.

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PASSOS DA VIA SACRA

Passos da Via Sacra Elementos de arquitectura religiosa, destinados a representar a via-sacra de Cristo, que eram adossados às fachadas de alguns edifícios. São elementos de arquitectura religiosa, inseridos nas fachadas de alguns edifícios, destinados a representar a via-sacra de Cristo e que eram percorridos em determinadas festividades ou manifestações religiosas. Em Beja sobram dois, um na Rua Ancha, de estilo maneirista (século XVII), e outro na Praça da República, do período barroco (século XVIII).

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ARCADAS DA PRAÇA DA REPÚBLICA

ARCADAS DA PRAÇA DA REPÚBLICA Arcadas manuelinas na Praça da República. Época da construção século XVI.

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PELOURINHO DE BEJA

PELOURINHO DE BEJA Terá sido mandado fazer por D. Manuel após a concessão do foral da Leitura Nova em 1521. Depois de um percurso atribulado o pelourinho foi reconstruído no século XX segundo o modelo original, do qual se conservam alguns fragmentos.

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ARCO DOS PRAZERES

ARCO DOS PRAZERES Arco que se abriu em tempo indeterminado, entre finais do século XVI e princípios do século XVII, constituído por arco pleno, duplas molduras, alterada em tempos recentes na base para facilidade de movimento rodoviário e que foi salvo da destruição pelo poeta Mário Beirão.

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JANELA DE RÓTULAS

JANELA DE RÓTULAS Janela de adufas de madeira. Situada na fachada lateral de um edifício, que dá para a Travessa do Ulmo, preserva-se uma janela de adufas de madeira, exemplar único dos muitos que existiam na cidade, réplica de uma estrutura original que alguns autores datam do século XVIII.

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ARCO DAS PORTAS DE AVIS

ARCO DAS PORTAS DE AVIS O arco desta porta foi demolido em 1893. Posteriormente, os blocos de granito que o constituíam foram descobertos na sua nova função (mesas de peixaria do Mercado de Santa Maria), o que permitiu a sua reconstituição em 1939.

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